Mulher denunciou agressão antes de morrer no PI, diz família; declaração de óbito descarta indícios de violência
25/06/2026
(Foto: Reprodução) Cleidiane Castelo Branco Rodrigues
Reprodução
A Polícia Civil do Piauí aguarda o laudo cadavérico para esclarecer a morte de Cleidiane Castelo Branco Rodrigues, de 38 anos, que morreu na terça-feira (23) após ser internada em Teresina. A declaração de óbito da vítima aponta "morte sem indícios de violência" e "causa ignorada", apesar de familiares afirmarem que ela denunciou ter sido agredida dias antes de morrer.
Ao g1, o delegado Danúbio Dias, responsável pela investigação, informou que o documento inicial não registra sinais de violência e que, até o momento, não há provas de que Cleidiane tenha sido agredida nem de que o óbito tenha relação com a suposta agressão.
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Segundo o delegado, a informação sobre uma possível agressão surgiu a partir do relato de um familiar da vítima. Uma mulher, identificada pela família como autora das supostas agressões, foi ouvida e nega as acusações.
De acordo com a família, um homem, que seria companheiro da vítima, também teria participado das agressões. A polícia descartou o homem como suspeito.
Agora no g1
O que diz a família
Ao g1, o filho de Cleidiane, Matheus Castelo, de 23 anos, afirmou que soube por familiares que a mãe havia relatado ter sido agredida antes de ser internada.
Matheus contou que estava viajando para Pernambuco quando recebeu a notícia de que a mãe havia sido hospitalizada.
Segundo ele, Cleidiane estava em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Promorar, mas foi levada por uma familiar ao Hospital Dr. Miguel Couto, no bairro Monte Castelo. Após receber alta, passou mal e teve que retornar ao hospital, onde acabou não resistindo.
Investigação
A Polícia Civil informou que o laudo cadavérico será decisivo para confirmar a causa da morte e verificar se há relação entre o relato de uma suposta agressão e o óbito.
Enquanto o exame não é concluído, o caso segue sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até o momento, não há indiciados pelo caso.
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